O “Sovereign of the Seas” da Royal Caribbean, deixa a frota da companhia americana no fim do próximo mês de Outubro para em Dezembro estrear-se como “Sovereign” ao serviço da CVC, do Brasil, operando na costa brasileira até Fevereiro.
De acordo com a notícia, ontem veiculada pelo blog “Cruzeiros na Madeira”, depois, a partir de Março, o “Sovereign”, vai efectuar os cruzeiros que são actualmente realizados pelo “Oceanic”, passando a operar directamente ao serviço da Pullmantur a partir de 23 de Março, com viagens semanais com partida de Barcelona e escalas em VilleFranche, Livorno, Civitavechia, Nápoles e Tunes.
Entretanto, o “Oceanic” passa a estar baseado em Valência com viagens de três a sete noites.
O “Sovereign of the Seas” foi construído em 1986 nos estaleiros franceses Chantiers de l´Atlantique, sendo na altura o maior navio de cruzeiros do mundo, tendo representado o regresso dos grandes paquetes. Até ao momento, nenhum navio da Pullmantur fez escala na Madeira, continuando a empresa associada da Royal Caribbean a operar exclusivamente no Mediterrâneo, norte da Europa e Caraíbas. A Madeira e Canárias podem vir a ser uma das áreas a explorar pela espanhola Pullmantur, 100 por cento do Grupo Royal Caribbean.
“Piratas” querem 24 ME
Entretanto, os "piratas" que sequestraram na quinta-feira em águas somalis um navio ucraniano com armamento a bordo destinado ao Quénia pediram ontem um resgate de 35 milhões de dólares (24 milhões de euros-ME).
A notícia sobre o montante do resgate exigido para libertar a tripulação, o maior até à data na região, foi avançada pela rádio local.
O navio "Faina", com bandeira de Belize, seguia para o porto queniano de Mombassa e transportava 33 tanques de guerra T-72, lança granadas e abundante munição, confirmou o Ministério da Defesa em Kiev.
A tripulação do navio é composta por 17 ucranianos — incluindo o capitão —, três russos e um letão.
Os sequestradores ameaçaram tomar medidas radicais se houver alguma tentativa de intervenção estrangeira, sobretudo dos Estados Unidos, ou da França.
O navio está ancorado no porto somali de Jaban, entre Hobyo e Haradhere (entre 120 e 410 quilómetros a norte de Mogadíscio). |
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