A partir do dia 1 de Janeiro de 2008, o Jornal da Madeira assumirá o conceito de um novo modelo de circulação da imprensa de hoje, já adoptado no continente e também já experimentado, com grande sucesso, em outros países, que assenta fundamentalmente na distribuição gratuita.
Esta nova aposta do JM procura ir ao encontro das necessidades do mercado e do próprio reposicionamento que o Jornal pretende assumir nesse contexto, não só indo ao encontro de uma maior circulação, mas também procurando, num misto de qualidade-quantidade, alcançar objectivos de receita que permitam a prestação de um melhor serviço e a permanência de um órgão de comunicação social que possa conquistar espaços e visualizar o futuro com outro optimismo.
Embora a apresentação de mercado se faça a partir do gratuito, de distribuição em pontos estratégicos da Região, com óbvia incidência especial para o Funchal, mas não descurando nunca o resto da ilha e o Porto Santo, a verdade é que o Jornal da Madeira terá sempre a preocupação de manter os conteúdos com qualidade e outra profundidade de abordagem muito acima daquela que tradicionalmente os gratuitos puros apresentam.
Quer isto dizer que, o JM, não obstante a redução do número de suplementos, mantém o figurino diário de 48 páginas, exactamente o mesmo de hoje, para além de apresentar ao sábado uma edição acrescida pela Revista “OLHAR”, o mesmo acontecendo ao domingo com o suplemento Pedras Vivas, de informação específica da Igreja, o que representa uma presença já habitual aos domingos.
De resto, Economia, Cultura e Escolas, até ao momento secções suportadas com suplementos, manterão uma alargada informação diária, pelo que o JM continuará a prestar um serviço que pretende ser de qualidade aos seus leitores.
Uma palavra final para os assinantes, que durante anos manifestaram-se fiéis a este projecto e que também ajudaram a construir o Jornal da Madeira. A eles, o JM está reconhecido, contando com essa fidelização para engrossar o número de leitores que o Jornal pretende alcançar. |
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