Jogo muito calculista e táctico de parte-a-parte, com os ataques a se superiorizarem às defesas.
O espectáculo nem sempre foi bonito ou bem jogado, valendo pela entrega dos jogadores de ambas as equipas. O Sporting entrou melhor, a pressionar mas a primeira oportunidade é do Benfica, aos 13 minutos, num remate cruzado de Cardozo, depois de passar Polga, mas a bola sai ao lado. O Sporting responde, aos 22m, com Polga isolado, após pontapé-de-canto, a atira cruzado por cima da barra. Na jogada seguinte, grande trabalho de Liedson, mas Quim defende o remate. Perto do intervalo (42m), Di María cruza, a bola passa por cima de Cardozo e vai parar às mãos de Rui Patrício. O Benfica tem, de novo, a melhor oportunidade no início da 2.ª parte. David Luiz (49m) opta pelo remate, ainda fora da área, um pouco por cima da trave. Pouco depois (55m), Saviola atira à barra da baliza do Sporting, mas a jogada é anulada por fora-de-jogo. A reacção “leonina” não se fez esperar. Primeiro aos 57m, Miguel Veloso, à entrada da área, a rematar para grande defesa de Quim, e depois, no minuto seguinte, num canto, com João Moutinho a atirar ao lado. Aos 76, lance polémico na área do Sporting, com Polga a dar a ideia de ter ajeitado a bola com a mão. Dentro ou fora da área? Fica a dúvida. No lance imediato, derrube de David Luiz a Vukcevic, à entrada da área, mas do livre nada resulta.
Ramires (82m) não aproveita um remate forte de Di María e... atira por cima. Num “clássico” em que as defesas estiveram melhor do que os ataques, o “nulo” espelha bem o que se passou em Alvalade.
Foram poucas as ocasiões flagrantes de golo, com as duas balizas fechadas a “sete chaves”. O dérbi lisboeta ficou aquém das expectativas e o espectáculo podia ter sido melhor. O Benfica sobe à liderança “à condição” e o Sporting continua a... 11 pontos. |
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